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Steve Blank | Manual da Startup

Posts Tagged ‘steve blank’

Startup Genome

Posted in Customer Development, Pesquisas on June 2nd, 2011 by Eric Santos – View Comments

Mesmo atrasado no assunto (só consegui ler o report inteiro ontem à noite), acho que é bem importante compartilhar aqui também os resultados do trabalho do Startup Genome.

Como o Steve Blank já tinha antecipado na SLLConf, esse relatório é o resultado de um trabalho investigativo com mais de 600 Startups nos EUA, em diversos estágios e com diferentes tipos de negócio. Se não quiser ler o report completo, o Startupi fez ontem um resumão das principais conclusões do trabalho.

Algumas dessas conclusões estão diretamente relacionadas à capacidade de entender e aplicar corretamente os princípios de Lean Startup / Customer Development. Por exemplo:

1. Fundadores que aprendem tem mais sucesso: startups que tem ajuda de mentores, acompanham métricas eficientemente e aprendem com os líderes do pensamento de startup levantam 7 vezes mais dinheiro e tem crescimento de usuários 3,5 vezes melhor;

11. Startups precisam de 2 a 3 vezes mais tempo para validarem seu mercado do que a maioria dos fundadores imagina. Esta subestimação cria a pressão de escalar prematuramente;

3. Escalar prematuramente é a principal razão de as startups irem pior. Tendem a perder a batalha cedo por atropelarem a si mesmos;

14. B2C versus B2B não é mais uma segmentação/diferenciação significativa para startups de Internet porque a Internet mudou as regras do negócio. O estudo descobriu 4 grupos principais diferentes de startups que tem comportamento específico de acordo com aquisição de consumidores, tempo, produto, mercado e equipe.

(obs: esse último tem a ver com o conceito de Market Type do Steve Blank)

 

Ainda, tão empolgante quanto os primeiros resultados é a promessa de próximos passos do grupo:

“One of our key focuses in the next few months will be developing a more intricate ontology to map the progress of startups along many more dimensions than just customer development and getting a deeper understanding of the underlying metrics and thresholds that determine stages. This should drastically increase our ability to test hypotheses and organize data.”

 

Quem sabe alguém se habilita a fazer um estudo parecido aqui no Brasil. ;)

 

 

Uma mensagem para as Startups brasileiras em 2011

Posted in Uncategorized on December 23rd, 2010 by Eric Santos – View Comments

O ano de 2010 foi muito especial para as Startups no Brasil. Tivemos uma movimentação sem precedentes no nosso ainda pequeno ecossistema, com muito mais aprendizado coletivo, eventos de qualidade, colaboração entre empreendedores, mentores e investidores e, principalmente, bons cases de diferentes tamanhos e naturezas.

Fico feliz em dizer que a audiência e o engajamento aqui no Manual da Startup também refletem essa onda maior. Agradeço a todos que dedicaram tempo lendo, colaborando, aperfeiçoando e espalhando essas ideias, e um agradecimento especial ao reconhecimento recente que tive pelo trabalho no ano. A correria do dia a dia às vezes me impede de contribuir mais por aqui, mas prometo me esforçar para continuar correspondendo às expectativas.

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Palestras da Web 2.0 Expo SF 2010

Posted in Eventos, Lean Startup on May 8th, 2010 by Eric Santos – View Comments

Assisti hoje uma série de palestras e entrevistas da Web 2.0 Expo 2010 em San Francisco e selecionei algumas interessantes para compartilhar aqui no blog.

Ressalto o destaque que o tema Lean Startup teve na conferência desse ano. Depois de uma palestra dada pelo Eric Ries no passado em uma das sessões da extensa programação (palestra já reconhecida pelo próprio como a grande alavancagem do movimento), tanto Eric Ries quanto Steve Blank foram convidados para apresentar Keynotes no auditório principal do Moscone Center.  Os vídeos deles estão abaixo, junto com o excelente vídeo do Tim O´Reilly falando sobre o estado do “Sistema Operacional da Internet”, além de uma apresentação da Rashmi Sinha, do Slideshare (meio “merchan”, mas teve umas dicas relevantes), e de uma conversa com o Paul Buchheit, criador do Google Adsense, Gmail, Friendfeed e hoje responsável pela plataforma de desenvolvedores do Facebook.

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Como passar o primeiro desafio das Startups: encontrar a combinação Problema/Solução para o produto

Posted in Customer Development, Produto on January 6th, 2010 by Eric Santos – View Comments

Até a Startup estar pronta para passar para a fase de crescimento, o processo de Customer Development pode ser dividido em duas etapas, com preocupações principais distintas. A primeira etapa, a qual Steve Blank denominou Customer Discovery, tem como objetivo transformar as principais hipóteses do negócio em fatos, ou seja, essencialmente provar que um determinado mercado possui um Problema, e que a sua Solução (Produto) atende a essa necessidade dos clientes ao custo proposto. Na segunda etapa, chamada Customer Validation, o objetivo é encontrar um modelo de negócios escalável para o produto.

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Customer Development: o processo para se chegar ao Product/Market Fit

Posted in Customer Development, Marketing on December 11th, 2009 by Eric Santos – View Comments

A indústria de software é pródiga em criar processos e intensos debates sobre práticas de desenvolvimento de produtos. Nesse campo, não faltam conceitos e ferramentas para guiar os programadores, designers, gerentes de projeto, etc., independentemente de sua “ideologia”. Mesmo para projetos de bens físicos e manufatura (e até pela minha pouco usada formação de Engenharia), pude constatar que há à disposição do empreendedor um arsenal de ferramentas para gerenciar o aspecto técnico de uma Startup de tecnologia.

Por outro lado, não há o mesmo aparato para se desenvolver o lado mercado de uma Startup com essa natureza. A deficiência é mais evidente se os empreendedores são de formação na área tecnológica (grande maioria nesses casos). Inclusive, aqui no Brasil alguns programas de fomento – como o Prime da FINEP, por exemplo – reconhecem essa deficiência e tentam de alguma forma preencher essa lacuna.

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O que há de errado com o modelo de Product Development

Posted in Produto on December 6th, 2009 by Eric Santos – View Comments

Argumentei anteriormente que a adoção do modelo de Product Development tradicional tem sido um dos principais responsáveis pelas Startups não encontrarem Product/Market Fit. Porém esse modelo não se consolidou sem méritos. Ele ainda atende muito bem as Startups que estão mirando mercados mais maduros, com definições de problemas e soluções bem conhecidos, e especialmente desenvolvendo produtos com uma maior necessidade de capital e tempo (ex. desenvolvimento de fármacos).

No entanto, essa não é a natureza da maioria das Startups atualmente, principalmente aquelas com forte presença Web. Para esse outro grande grupo, o maior componente de risco é de mercado, e não tecnológico. Os empreendedores têm como desafios principais encontrar um produto que atenda uma necessidade real de um grande mercado, um modelo de negócios que seja lucrativo e escalável, e especialmente nas Startups de consumer Internet, descobrir uma forma de aquisição de clientes/usuários para atingir massa crítica. Nesse caso, “it´s all about distribution”.

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A raiz da alta taxa de fracassos das Startups: o modelo tradicional de desenvolvimento

Posted in Produto on December 1st, 2009 by Eric Santos – View Comments

No último post, discorri sobre a tese do Marc Andressen de que a vida de qualquer Startup de sucesso se divide entre o antes e o depois do Product/Market Fit, e que atingir este estado deve ser o foco obsessivo de todo empreendedor desde o início.

Apesar da bela argumentação, o texto do Andreessen não se preocupa em elaborar o como chegar ao Product/Market Fit, tarefa que ele acabou “delegando” ao Steve Blank através do seu excelente livro The Four Steps to the Epiphany. Com sua extensa experiência prática de mais de 30 anos no Vale do Silício (como empreendedor em oito startups e investidor e membro do conselho em diversas outras), Steve também identificou que a principal causa de morte nas startups não está relacionada com problemas de tecnologia ou gestão, mas sim no fato de que a maioria das startups não encontram mercado para o seu produto visionário.

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