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	<title>Comments on: O modelo Freemium para Startups &#8211; parte II</title>
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	<description>Práticas sobre Lean Startups, Customer Development e empreendedorismo em geral</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Feb 2012 13:48:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: Os pivôs da KISSmetrics na busca pelo Product-Market Fit &#187; Manual da Startup</title>
		<link>http://www.manualdastartup.com.br/blog/o-modelo-freemium-para-startups-parte-ii/comment-page-1/#comment-119</link>
		<dc:creator>Os pivôs da KISSmetrics na busca pelo Product-Market Fit &#187; Manual da Startup</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 23:24:45 +0000</pubDate>
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		<description>[...] - Tenha foco em um segmento específico do mercado. Foco permite que se possa criar um produto classe A; - Todo prospect é importante. Pessoas que não estavam usando os produtos iniciais foram os que deram o feedback mais relevante; - Procure por padrões de comportamento e uso. Fica mais fácil identificar quando é a hora de fazer o pivô, bem como facilita a comunicação com colaboradores e investidores. Para isso, procure colher dados significativos, documente observações sobre conversas com clientes e, se possível, colha vídeos da experiência do usuário usando o produto; -  Para conseguir essas entrevistas e vídeos, ofereça descontos e prazos estendidos de testes gratuitos do produto; - Menos é Mais. Menos tempo deve ser gasto em implementar funcionalidades, e mais tempo deve ir para conversas com clientes (atuais e potenciais). Tente entrar o máximo possível nos seus problemas; - Tente validar as funcionalidades com os clientes antes de implementá-las. (link complementar: Ash Maurya falou muito bem sobre isso na sua apresentação); - Gratificação e user experience para os novos usuários é muito importante, mas pode ser acertada depois. Os early adopters tendem a perdoar muito mais deficiências de usabilidade; - Siga a recomendação do Sean Ellis: não cobre pelo produto antes do Product/Market Fit, mas deixe claro que isso vai acontecer mais à frente. (cobri esse assunto neste post da série Freemium). [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] &#8211; Tenha foco em um segmento específico do mercado. Foco permite que se possa criar um produto classe A; &#8211; Todo prospect é importante. Pessoas que não estavam usando os produtos iniciais foram os que deram o feedback mais relevante; &#8211; Procure por padrões de comportamento e uso. Fica mais fácil identificar quando é a hora de fazer o pivô, bem como facilita a comunicação com colaboradores e investidores. Para isso, procure colher dados significativos, documente observações sobre conversas com clientes e, se possível, colha vídeos da experiência do usuário usando o produto; &#8211;  Para conseguir essas entrevistas e vídeos, ofereça descontos e prazos estendidos de testes gratuitos do produto; &#8211; Menos é Mais. Menos tempo deve ser gasto em implementar funcionalidades, e mais tempo deve ir para conversas com clientes (atuais e potenciais). Tente entrar o máximo possível nos seus problemas; &#8211; Tente validar as funcionalidades com os clientes antes de implementá-las. (link complementar: Ash Maurya falou muito bem sobre isso na sua apresentação); &#8211; Gratificação e user experience para os novos usuários é muito importante, mas pode ser acertada depois. Os early adopters tendem a perdoar muito mais deficiências de usabilidade; &#8211; Siga a recomendação do Sean Ellis: não cobre pelo produto antes do Product/Market Fit, mas deixe claro que isso vai acontecer mais à frente. (cobri esse assunto neste post da série Freemium). [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Luiz Daniel Lima</title>
		<link>http://www.manualdastartup.com.br/blog/o-modelo-freemium-para-startups-parte-ii/comment-page-1/#comment-285</link>
		<dc:creator>Luiz Daniel Lima</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 06:21:46 +0000</pubDate>
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		<description>Ótimo post (novamente) Eric! Realmente a questão do Freemium é complexa, com bons argumentos pró e contra. No caso do nosso software online, o Tangu, não optamos pelo Freemium e sim, por um trial que permite ao usuário testar todas as funcionalidades. Esse trial não se esgota com o tempo, mas sim, com a quantidade de inscritos no evento. A partir daí o usário precisa pagar pelo software. Pela nossa experiência até agora é um passo &quot;ousado&quot;, pela vasta história de pirataria e &quot;tudo é grátis&quot; que reina na web brasileira. Mas eu vou pela corrente que defende que cobrar é, sim, um passo importante no MVP. O nosso desafio tem sido em coletar o máximo de informação de usuários (pagantes ou não) na busca da melhor solução para a área de eventos, que de certa forma exige um número mínimo de funcionalidades. Também acredito que essa interação com &quot;talvez-futuros-pagantes&quot; é muito rica!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo post (novamente) Eric! Realmente a questão do Freemium é complexa, com bons argumentos pró e contra. No caso do nosso software online, o Tangu, não optamos pelo Freemium e sim, por um trial que permite ao usuário testar todas as funcionalidades. Esse trial não se esgota com o tempo, mas sim, com a quantidade de inscritos no evento. A partir daí o usário precisa pagar pelo software. Pela nossa experiência até agora é um passo &#8220;ousado&#8221;, pela vasta história de pirataria e &#8220;tudo é grátis&#8221; que reina na web brasileira. Mas eu vou pela corrente que defende que cobrar é, sim, um passo importante no MVP. O nosso desafio tem sido em coletar o máximo de informação de usuários (pagantes ou não) na busca da melhor solução para a área de eventos, que de certa forma exige um número mínimo de funcionalidades. Também acredito que essa interação com &#8220;talvez-futuros-pagantes&#8221; é muito rica!</p>
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		<title>By: Luiz Daniel Lima</title>
		<link>http://www.manualdastartup.com.br/blog/o-modelo-freemium-para-startups-parte-ii/comment-page-1/#comment-85</link>
		<dc:creator>Luiz Daniel Lima</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 23:21:46 +0000</pubDate>
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		<description>Ótimo post (novamente) Eric! Realmente a questão do Freemium é complexa, com bons argumentos pró e contra. No caso do nosso software online, o Tangu, não optamos pelo Freemium e sim, por um trial que permite ao usuário testar todas as funcionalidades. Esse trial não se esgota com o tempo, mas sim, com a quantidade de inscritos no evento. A partir daí o usário precisa pagar pelo software. Pela nossa experiência até agora é um passo &quot;ousado&quot;, pela vasta história de pirataria e &quot;tudo é grátis&quot; que reina na web brasileira. Mas eu vou pela corrente que defende que cobrar é, sim, um passo importante no MVP. O nosso desafio tem sido em coletar o máximo de informação de usuários (pagantes ou não) na busca da melhor solução para a área de eventos, que de certa forma exige um número mínimo de funcionalidades. Também acredito que essa interação com &quot;talvez-futuros-pagantes&quot; é muito rica!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo post (novamente) Eric! Realmente a questão do Freemium é complexa, com bons argumentos pró e contra. No caso do nosso software online, o Tangu, não optamos pelo Freemium e sim, por um trial que permite ao usuário testar todas as funcionalidades. Esse trial não se esgota com o tempo, mas sim, com a quantidade de inscritos no evento. A partir daí o usário precisa pagar pelo software. Pela nossa experiência até agora é um passo &#8220;ousado&#8221;, pela vasta história de pirataria e &#8220;tudo é grátis&#8221; que reina na web brasileira. Mas eu vou pela corrente que defende que cobrar é, sim, um passo importante no MVP. O nosso desafio tem sido em coletar o máximo de informação de usuários (pagantes ou não) na busca da melhor solução para a área de eventos, que de certa forma exige um número mínimo de funcionalidades. Também acredito que essa interação com &#8220;talvez-futuros-pagantes&#8221; é muito rica!</p>
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	<item>
		<title>By: Eric Santos</title>
		<link>http://www.manualdastartup.com.br/blog/o-modelo-freemium-para-startups-parte-ii/comment-page-1/#comment-83</link>
		<dc:creator>Eric Santos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 12:57:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.manualdastartup.com.br/blog/?p=245#comment-83</guid>
		<description>Legal Millor,&lt;br&gt;&lt;br&gt;Sobre o que divulgar mais (Premium ou Free), há várias abordagens diferentes que deram certo para produtos distintos. Só para citar um exemplo, a 37Signals hoje não enfatiza a versão Free dos seus produtos. Esse post dá uma mostra de como a página de preços do Basecamp evoluiu ao longo do tempo:&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://blog.adsdevshop.com/2009/02/27/how-to-price-your-app-learning-from-basecamp/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://blog.adsdevshop.com/2009/02/27/how-to-pr...&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mais do que procurar a resposta &quot;teoricamente&quot; certa para cada questão, seria legal vocês setarem um bom ambiente de testes/analytics e fazer split-tests para provar com fatos quais são as melhores ideias.&lt;br&gt;&lt;br&gt;De qualquer forma, esse tipo de coisa são atividades de otimização que entram na fase &quot;Transition do Growth&quot; da pirâmide do Sean Ellis. No caso de vocês, eu diria que vale manter o foco em descobrir o Product/Market Fit, e quando vocês tiverem uma forte sinalização de que isso aconteceu, aí sim voltar o foco para as atividades de otimização do funil de vendas. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Legal Millor,</p>
<p>Sobre o que divulgar mais (Premium ou Free), há várias abordagens diferentes que deram certo para produtos distintos. Só para citar um exemplo, a 37Signals hoje não enfatiza a versão Free dos seus produtos. Esse post dá uma mostra de como a página de preços do Basecamp evoluiu ao longo do tempo:<br /><a href="http://blog.adsdevshop.com/2009/02/27/how-to-price-your-app-learning-from-basecamp/" rel="nofollow" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/blog.adsdevshop.com/2009/02/27/how-to-price-your-app-learning-from-basecamp/?referer=');">http://blog.adsdevshop.com/2009/02/27/how-to-pr&#8230;</a></p>
<p>Mais do que procurar a resposta &#8220;teoricamente&#8221; certa para cada questão, seria legal vocês setarem um bom ambiente de testes/analytics e fazer split-tests para provar com fatos quais são as melhores ideias.</p>
<p>De qualquer forma, esse tipo de coisa são atividades de otimização que entram na fase &#8220;Transition do Growth&#8221; da pirâmide do Sean Ellis. No caso de vocês, eu diria que vale manter o foco em descobrir o Product/Market Fit, e quando vocês tiverem uma forte sinalização de que isso aconteceu, aí sim voltar o foco para as atividades de otimização do funil de vendas. </p>
<p>Abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Millor Machado</title>
		<link>http://www.manualdastartup.com.br/blog/o-modelo-freemium-para-startups-parte-ii/comment-page-1/#comment-82</link>
		<dc:creator>Millor Machado</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 00:55:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.manualdastartup.com.br/blog/?p=245#comment-82</guid>
		<description>Eric,&lt;br&gt;&lt;br&gt;Hoje fazendo o folder de divulgação do Empreendemia ficamos debatendo sobre um ponto: devemos divulgar direto o Premium ou falar que a rede é gratuita e apresentar a opção de ser Premium?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na minha visão, o público empresarial não vai perder o interesse por um produto pelo fato dele ser pago e sim por não ser atrativo. O resto da equipe defendeu que o &quot;Grátis&quot; sempre tem um apelo muito forte e vale a pena ser usado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Acabamos chegando em um meio termo, já que no nosso caso, o Premium é &quot;igual ao Free, só que melhor&quot;. &lt;br&gt;&lt;br&gt;No caso do preço, o que fizemos foi chutar um valor que achávamos razoável e conversar com as pessoas. Ninguém achou muito caro nem muito barato, o que consideramos um bom sinal. Fizemos então a análise dos custos e vimos que a margem estava ótima. Com isso, partimos pra pré-venda que por sinal já deu frutos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Estamos muito felizes com os resultados da nossa estratégia Freemium até agora, vamos ver como vai ser daqui pra frente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Não dá pra dizer que alcançamos o Product/Market Fit, mas sem dúvidas desenvolver o Premium a partir dos feedbacks dos usuários do Free auxiliou muito nosso desenvolvimento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eric,</p>
<p>Hoje fazendo o folder de divulgação do Empreendemia ficamos debatendo sobre um ponto: devemos divulgar direto o Premium ou falar que a rede é gratuita e apresentar a opção de ser Premium?</p>
<p>Na minha visão, o público empresarial não vai perder o interesse por um produto pelo fato dele ser pago e sim por não ser atrativo. O resto da equipe defendeu que o &#8220;Grátis&#8221; sempre tem um apelo muito forte e vale a pena ser usado.</p>
<p>Acabamos chegando em um meio termo, já que no nosso caso, o Premium é &#8220;igual ao Free, só que melhor&#8221;. </p>
<p>No caso do preço, o que fizemos foi chutar um valor que achávamos razoável e conversar com as pessoas. Ninguém achou muito caro nem muito barato, o que consideramos um bom sinal. Fizemos então a análise dos custos e vimos que a margem estava ótima. Com isso, partimos pra pré-venda que por sinal já deu frutos. </p>
<p>Estamos muito felizes com os resultados da nossa estratégia Freemium até agora, vamos ver como vai ser daqui pra frente.</p>
<p>Não dá pra dizer que alcançamos o Product/Market Fit, mas sem dúvidas desenvolver o Premium a partir dos feedbacks dos usuários do Free auxiliou muito nosso desenvolvimento.</p>
<p>Abraços!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Eric Santos</title>
		<link>http://www.manualdastartup.com.br/blog/o-modelo-freemium-para-startups-parte-ii/comment-page-1/#comment-81</link>
		<dc:creator>Eric Santos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 11:52:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.manualdastartup.com.br/blog/?p=245#comment-81</guid>
		<description>Oi Richard,&lt;br&gt;Citei esse ebook do Lincoln Murphy no post anterior. Acho que ele focou sua análise mais em produtos SaaS para grandes empresas, onde o custo do serviço do Free não é apenas marginal. Concordo com muita coisa do eBook sobre os perigos do Freemium, mas para esses outros cenários (B2C ou B2SB) esse modelo tem se mostrado uma alternativa muito interessante.&lt;br&gt;Abs!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Richard,<br />Citei esse ebook do Lincoln Murphy no post anterior. Acho que ele focou sua análise mais em produtos SaaS para grandes empresas, onde o custo do serviço do Free não é apenas marginal. Concordo com muita coisa do eBook sobre os perigos do Freemium, mas para esses outros cenários (B2C ou B2SB) esse modelo tem se mostrado uma alternativa muito interessante.<br />Abs!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: richardrx</title>
		<link>http://www.manualdastartup.com.br/blog/o-modelo-freemium-para-startups-parte-ii/comment-page-1/#comment-80</link>
		<dc:creator>richardrx</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 14:50:31 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Eric, &lt;br&gt;&lt;br&gt;Sei que é um post pró-freemium, mas gostaria de colocar algo mostrando também uma reflexão interessante, principalmente pela fonte. O texto do Lincoln Murphy da 16 Ventures, ele mostra pelo ponto de vista do investidor o lado ruim da estratégia Freemium em startups. Pois em alguns casos a má aplicação de uma estratégia destas pode causar sérios danos a marca ou ainda desencorajar totalmente o usuário a converter-se em cliente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://www.lincolnmurphy.com/2010/01/new-paper-reality-of-freemium-in-saas.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.lincolnmurphy.com/2010/01/new-paper-...&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Eric, </p>
<p>Sei que é um post pró-freemium, mas gostaria de colocar algo mostrando também uma reflexão interessante, principalmente pela fonte. O texto do Lincoln Murphy da 16 Ventures, ele mostra pelo ponto de vista do investidor o lado ruim da estratégia Freemium em startups. Pois em alguns casos a má aplicação de uma estratégia destas pode causar sérios danos a marca ou ainda desencorajar totalmente o usuário a converter-se em cliente.</p>
<p><a href="http://www.lincolnmurphy.com/2010/01/new-paper-reality-of-freemium-in-saas.html" rel="nofollow" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.lincolnmurphy.com/2010/01/new-paper-reality-of-freemium-in-saas.html?referer=');">http://www.lincolnmurphy.com/2010/01/new-paper-&#8230;</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Eric Santos</title>
		<link>http://www.manualdastartup.com.br/blog/o-modelo-freemium-para-startups-parte-ii/comment-page-1/#comment-79</link>
		<dc:creator>Eric Santos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 10:37:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.manualdastartup.com.br/blog/?p=245#comment-79</guid>
		<description>Excelente comentário Alex.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Já me questionei bastante sobre todos esses pontos que você mencionou. Meu post vai, de fato, na contramão do que o Steve Blank propõe no 4Steps, que tem algumas partes do framework bem mais voltadas para Entreprise Software.&lt;br&gt;O próprio Sean Ellis já assumiu isso e no mesmo post disse que para B2B a abordagem deveria ser o contrário (cobrar desde o início).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Interagi e questionei bastante esse pessoal nos fóruns sobre esse tópico. A premissa básica por trás desse post é que é bem difícil encontrar a combinação Problema/Solução de um produto SaaS voltado para consumidores ou pequenas/médias empresas, e que depois disso, achar um price point razoável é comparativamente mais fácil. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O Sean Ellis já comentou que teve experiências de ter encontrado Product/Market Fit (40% de usuários considerando o produto um &quot;must-have&quot;) e depois perder de 10 a 15% desse índice quando colocou o preço. Mas a partir daí, o ajuste necessário para voltar ao 40% é maior na parte da comunicação do produto do que nas features, e isso acontece rapidamente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Sobre o pivô, o problema é que nem sempre o modelo inicial é um fracasso completo. Já tive experiências de ter que fazer o pivô com produtos que tinham sido vendidos para alguns poucos clientes. É sem dúvida muito mais difícil mudar o produto com esse tipo de comprometimento assumido (vendas iniciais).  &lt;br&gt;&lt;br&gt;De qualquer forma, concordo contigo que preço e distribuição é parte essencial da validação, mas proponho que isso ocorra de forma &quot;paralela&quot; à descoberta da combinação Problema/Solução (com o preço fora da equação no início). &lt;br&gt;&lt;br&gt;Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente comentário Alex.</p>
<p>Já me questionei bastante sobre todos esses pontos que você mencionou. Meu post vai, de fato, na contramão do que o Steve Blank propõe no 4Steps, que tem algumas partes do framework bem mais voltadas para Entreprise Software.<br />O próprio Sean Ellis já assumiu isso e no mesmo post disse que para B2B a abordagem deveria ser o contrário (cobrar desde o início).</p>
<p>Interagi e questionei bastante esse pessoal nos fóruns sobre esse tópico. A premissa básica por trás desse post é que é bem difícil encontrar a combinação Problema/Solução de um produto SaaS voltado para consumidores ou pequenas/médias empresas, e que depois disso, achar um price point razoável é comparativamente mais fácil. </p>
<p>O Sean Ellis já comentou que teve experiências de ter encontrado Product/Market Fit (40% de usuários considerando o produto um &#8220;must-have&#8221;) e depois perder de 10 a 15% desse índice quando colocou o preço. Mas a partir daí, o ajuste necessário para voltar ao 40% é maior na parte da comunicação do produto do que nas features, e isso acontece rapidamente.</p>
<p>Sobre o pivô, o problema é que nem sempre o modelo inicial é um fracasso completo. Já tive experiências de ter que fazer o pivô com produtos que tinham sido vendidos para alguns poucos clientes. É sem dúvida muito mais difícil mudar o produto com esse tipo de comprometimento assumido (vendas iniciais).  </p>
<p>De qualquer forma, concordo contigo que preço e distribuição é parte essencial da validação, mas proponho que isso ocorra de forma &#8220;paralela&#8221; à descoberta da combinação Problema/Solução (com o preço fora da equação no início). </p>
<p>Abraços!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Alex Araujo</title>
		<link>http://www.manualdastartup.com.br/blog/o-modelo-freemium-para-startups-parte-ii/comment-page-1/#comment-78</link>
		<dc:creator>Alex Araujo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 19:31:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.manualdastartup.com.br/blog/?p=245#comment-78</guid>
		<description>Eric, creio que o ponto essencial de cobrar pelo produto seja o de testar o Product/Market Fit e ao mesmo tempo já testar hipóteses de venda (canal, modelo, preço). Isto dentro da discussão original proposta pelo Blank e que consiste em produtos B2B. Para além deste limite do B2B, realmente a coisa muda de figura e outros fatores devem ser levados em conta.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Porém, penso que valeria a pena discutir também o caráter falacioso das razões comumente apontadas para não se cobrar pelo produto e tão bem enumeradas por você. E com isto reforçar suas observações finais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Dificuldade em atrair massas não diz respeito propriamente a cobrar ou não. Se cobrar consiste, entre outros, em medida de Product/Market Fit, a não aquisição do produto por parte do consumidor pode indicar que a solução para o problema não é adequada e/ou que o preço não é adequado. Todavia não questiona a cobrança per se. Aliás, cobrança é hipótese que também deve ser testada! Curioso aqui fazer um parênteses para mostrar outro problema: early-adopters concordam em conviver com bugs e gambiarras mas ao mesmo tempo não pagam muito por tal produto. Logo, tomá-los como medida de preço pode ser perigoso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Críticos de plantão são bem vindos desde que sejam early-adopters e que estejam engajados em nosso ciclo de customer development. Do contrário, o melhor a fazer é levantar o dedo para eles. Positivo ou negativo, feedback do consumidor não é propriamente aquilo que se procura. Testar hipóteses sim.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- A necessidade de fazer pivô já aponta que a cobrança de preço ou modelo falhou. Consequentes amarrações que se constituam em entrave devem ser imediatamente desatados. A sobrevivência da startup depende disso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- O billing não é uma distração. É de fato ponto essencial. Venda é a principal hipótese a ser construida e testada. Um padrão repetitivo de venda, adequado, não oneroso, sem impactos negativos no product e consumer development é o que sobretudo se pretende encontrar/testar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Por fim, a questão de planos e escolha de componentes Premium é a única que parece fazer jus a maior atenção e cautela. Ash Maurya e outros discutiram isso nos últimos tempos e observaram o quão crítico é encontrar equilíbrio aqui, com reforço para a cuidadosa identificação de elementos Premium antes de se partir para o Free da equação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Grande abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eric, creio que o ponto essencial de cobrar pelo produto seja o de testar o Product/Market Fit e ao mesmo tempo já testar hipóteses de venda (canal, modelo, preço). Isto dentro da discussão original proposta pelo Blank e que consiste em produtos B2B. Para além deste limite do B2B, realmente a coisa muda de figura e outros fatores devem ser levados em conta.</p>
<p>Porém, penso que valeria a pena discutir também o caráter falacioso das razões comumente apontadas para não se cobrar pelo produto e tão bem enumeradas por você. E com isto reforçar suas observações finais.</p>
<p>- Dificuldade em atrair massas não diz respeito propriamente a cobrar ou não. Se cobrar consiste, entre outros, em medida de Product/Market Fit, a não aquisição do produto por parte do consumidor pode indicar que a solução para o problema não é adequada e/ou que o preço não é adequado. Todavia não questiona a cobrança per se. Aliás, cobrança é hipótese que também deve ser testada! Curioso aqui fazer um parênteses para mostrar outro problema: early-adopters concordam em conviver com bugs e gambiarras mas ao mesmo tempo não pagam muito por tal produto. Logo, tomá-los como medida de preço pode ser perigoso.</p>
<p>- Críticos de plantão são bem vindos desde que sejam early-adopters e que estejam engajados em nosso ciclo de customer development. Do contrário, o melhor a fazer é levantar o dedo para eles. Positivo ou negativo, feedback do consumidor não é propriamente aquilo que se procura. Testar hipóteses sim.</p>
<p>- A necessidade de fazer pivô já aponta que a cobrança de preço ou modelo falhou. Consequentes amarrações que se constituam em entrave devem ser imediatamente desatados. A sobrevivência da startup depende disso.</p>
<p>- O billing não é uma distração. É de fato ponto essencial. Venda é a principal hipótese a ser construida e testada. Um padrão repetitivo de venda, adequado, não oneroso, sem impactos negativos no product e consumer development é o que sobretudo se pretende encontrar/testar.</p>
<p>- Por fim, a questão de planos e escolha de componentes Premium é a única que parece fazer jus a maior atenção e cautela. Ash Maurya e outros discutiram isso nos últimos tempos e observaram o quão crítico é encontrar equilíbrio aqui, com reforço para a cuidadosa identificação de elementos Premium antes de se partir para o Free da equação.</p>
<p>Grande abraço</p>
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