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	<title>Manual da Startup &#187; Métricas</title>
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	<description>Práticas sobre Lean Startups, Customer Development e empreendedorismo em geral</description>
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		<title>Os pivôs da KISSmetrics na busca pelo Product-Market Fit</title>
		<link>http://www.manualdastartup.com.br/blog/os-pivos-da-kissmetrics-na-busca-pelo-product-market-fit/</link>
		<comments>http://www.manualdastartup.com.br/blog/os-pivos-da-kissmetrics-na-busca-pelo-product-market-fit/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 23:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[Customer Development]]></category>
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Depois de um pequeno hiato aqui no blog devido ao início de um novo projeto pessoal (compartilharei mais sobre isso em breve), volto ainda na série de resumos e observações sobre a Startup Lessons Learned Conference, desta vez com a palestra do Hiten Shah da KISSmetrics.
Hiten falou sobre os aprendizados e os consequentes pivôs pelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.manualdastartup.com.br%2Fblog%2Fos-pivos-da-kissmetrics-na-busca-pelo-product-market-fit%2F" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/api.tweetmeme.com/share?url=http_3A_2F_2Fwww.manualdastartup.com.br_2Fblog_2Fos-pivos-da-kissmetrics-na-busca-pelo-product-market-fit_2F&amp;referer=');"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.manualdastartup.com.br%2Fblog%2Fos-pivos-da-kissmetrics-na-busca-pelo-product-market-fit%2F&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Depois de um pequeno hiato aqui no blog devido ao início de um novo projeto pessoal (compartilharei mais sobre isso em breve), volto ainda na série de resumos e observações sobre a Startup Lessons Learned Conference, desta vez com a palestra do <a href="http://twitter.com/hnshah" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/hnshah?referer=');">Hiten Shah</a> da <a href="http://kissmetrics.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/kissmetrics.com/?referer=');">KISSmetrics</a>.</p>
<p>Hiten falou sobre os aprendizados e os consequentes pivôs pelos quais eles já passaram com a KISSmetrics desde o seu início. Mais do que as conclusões em si, foi muito interessante entender o processo de levantamento e prova de hipóteses que se passou a cada grande iteração, algo que pode ser replicado por qualquer Startup nas fases de <em><a href="http://www.manualdastartup.com.br/blog/customer-development-o-processo-para-se-chegar-ao-productmarket-fit/" target="_blank">Customer Development</a></em> antes de se chegar ao Product/Market Fit. Farei o resumo a seguir, deixando o vídeo e os slides no final do post.</p>
<p><span id="more-378"></span></p>
<p>A palestra começou com Hiten falando rapidamente sobre o seu <em>background</em> como empreendedor. Ele contou que, apesar de ter alcançado um relativo sucesso numa empresa de projetos de consultoria de marketing online, ele e seu sócio <a href="http://twitter.com/neilpatel" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/neilpatel?referer=');">Neil Patel</a> perceberam que o negócio de consultoria não conseguia escalar, e foram diversas as iniciativas mal-sucedidas de lançamento de produtos com os quais eles cometeram erros de condução que os princípios de Lean Startups viriam a consertar depois. (Como link complementar, <a href="http://mixergy.com/kissmetrics-hiten-shah-interview/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mixergy.com/kissmetrics-hiten-shah-interview/?referer=');">nesta entrevista</a> para o Andrew Warner do Mixergy ele conta em mais detalhes suas história pessoal).</p>
<p>Ainda antes de entrar no caso específico do KISSmetrics, Hiten lembrou que fazer o pivô &#8211; mudar radicalmente o modelo de negócio da empresa &#8211; é muito difícil para todo mundo, mas as empresas de sucesso na área de tecnologia sempre o fazem, vide como exemplos PayPal, YouTube, Facebook, etc.</p>
<p>Ele também ressaltou que, apesar de ter flexibilidade para mudar o produto e o modelo de negócio, o propósito central da empresa deve ser consistente ao longo do tempo, o que permite alavancagem e assertividade a cada pivô executado. Isso também ficou bastante claro no <a href="http://www.manualdastartup.com.br/blog/como-a-aardvark-aplicou-mvps-e-pivos-do-inicio-ate-a-venda-para-o-google-notas-da-sllconf/" target="_blank">case da Aardvark relatado anteriormente</a> aqui no blog.</p>
<p><em>Sobre a KISSmetrics</em></p>
<p>Por estratégia, convicções e até objetivos pessoais com o negócio, os sócios definiram que a Visão da KISSmetrics era a de que:<br />
- A ideia macro do produto era prover uma ferramenta de Web Analytics que desse subsídio à ação;<br />
- O produto deveria ser baseado na Web e o modelo de receitas de assinatura (SaaS);<br />
- O processo de venda e distribuição também deveria ser todo na Web, com pouco ou nenhum contato pessoal com o cliente (mais escalável).</p>
<p><em>Primeira Iteração</em></p>
<p>Na primeira grande iteração do produto, a ideia era desenvolver uma ferramenta de Analytics destinada aos desenvolvedores de aplicações sociais (ex. games no Facebook) para ajudá-los a entender o comportamento dos seus usuários. Suas premissas principais eram:<br />
- Esses desenvolvedores precisavam de ferramentas específicas de Analytics;<br />
- Estão dispostos a pagar por isso;<br />
- Fazem parte de um segmento de mercado que cresce.</p>
<p>Eles levaram seis meses para construir o produto e atrair os primeiros clientes, e depois de experimentações perceberam que o produto era excessivamente segmentado e não-flexível o suficiente. Entre outras coisas, aprenderam que:<br />
- Desenvolvedores de aplicativos precisam fazer dinheiro;<br />
- Analytics é um problema universal (as ferramentas atuais não resolvem os principais problemas);<br />
- As pessoas querem relatórios customizáveis de suas ferramentas.</p>
<p><em>Segunda Iteração</em></p>
<p>Premissas:<br />
- Todo mundo precisa de Analytics;<br />
- As pessoas sabem o que querem medir;<br />
- Eles querem <em>dashboards</em> customizáveis.</p>
<p>O produto novamente levou seis meses para ser construído mas os primeiros clientes chegaram para os testes um pouco antes, com quatro meses de desenvolvimento (o que Hiten ressalta que ainda é demais). Durante esse processo, eles estavam acatando e implementando praticamente todos os pedidos dos usuários do produto. Depois de muito experimentar, essa nova tentativa também falhou e eles foram obrigados a fazer o pivô novamente. Ficaram como aprendizados:<br />
- Na verdade as pessoas não sabem o que devem medir;<br />
- Relatórios muito customizáveis requerem muitas adaptações individuais ao produto, o que não era escalável;<br />
-  Nem todos os clientes são lucrativos.</p>
<p><em>Terceira Iteração</em></p>
<p>Dessa vez, o público-alvo do produto eram os <em>Marketeiros online</em>, pessoas responsáveis por promoção e aquisição de clientes em outros serviços Web. As premissas eram:<br />
- Eles se preocupam com métricas que permitem tomada de decisão;<br />
- Eles querem melhorar os seus índices de conversão (e assim conseguir aproveitar novos canais de aquisição);<br />
- Desde que dê resultado, estão dispostos a pagar por Analytics;</p>
<p>A implementação deste produto teve o tempo de <em>release </em>inicial sensivelmente reduzido: apenas um mês de desenvolvimento. Até o momento da conferência, o produto ainda estava em beta fechado e sem clientes pagos, mas Hiten destacou que o feedback e a adesão estavam incomparavelmente melhores do que nos outros produtos, e que em pouco tempo eles estariam alcançando o Product/Market Fit (pela definição do Sean Ellis, 40% dos usuários identificando o produto como um <em>must-have</em>).</p>
<p><em>Dicas e Lições Aprendidas</em></p>
<p>Para fechar a palestra, Hiten deixou algumas dicas e lições aprendidas com o desenvolvimento dos produtos e os pivôs:</p>
<p>- Tenha foco em um segmento específico do mercado. Foco permite que se possa criar um produto classe A;<br />
- Todo <em>prospect</em> é importante. Pessoas que não estavam usando os produtos iniciais foram os que deram o feedback mais relevante;<br />
- Procure por padrões de comportamento e uso. Fica mais fácil identificar quando é a hora de fazer o pivô, bem como facilita a comunicação com colaboradores e investidores. Para isso, procure colher dados significativos, documente observações sobre conversas com clientes e, se possível, colha vídeos da experiência do usuário usando o produto;<br />
-  Para conseguir essas entrevistas e vídeos, ofereça descontos e prazos estendidos de testes gratuitos do produto;<br />
- Menos é Mais. Menos tempo deve ser gasto em implementar funcionalidades, e mais tempo deve ir para conversas com clientes (atuais e potenciais). Tente entrar o máximo possível nos seus problemas;<br />
- Tente validar as funcionalidades com os clientes antes de implementá-las. (link complementar: Ash Maurya <a href="http://www.manualdastartup.com.br/blog/continuous-deployment-em-uma-lean-startup-notas-da-palestra-do-ash-maurya-na-sllconf/" target="_blank">falou muito bem sobre isso</a> na sua apresentação);<br />
- Gratificação e <em>user experience </em>para os novos usuários é muito importante, mas pode ser acertada depois. Os <em>early adopters</em> tendem a perdoar muito mais deficiências de usabilidade;<br />
- Siga a recomendação do Sean Ellis: não cobre pelo produto antes do <a href="http://www.manualdastartup.com.br/blog/como-passar-o-primeiro-desafio-das-startups-encontrar-a-combinacao-problemasolucao-para-o-produto/" target="_blank">Product/Market Fit</a>, mas deixe claro que isso vai acontecer mais à frente. (cobri esse assunto <a href="http://www.manualdastartup.com.br/blog/o-modelo-freemium-para-startups-parte-ii/" target="_blank">neste post da série Freemium</a>).</p>
<p>Finalizo o post deixando o vídeo e os slides da palestra:<br />
</br><br />
<object type="application/x-shockwave-flash" height="300" width="400" id="clip_embed_player_flash" data="http://www.justin.tv/widgets/archive_embed_player.swf" bgcolor="#000000"><param name="movie" value="http://www.justin.tv/widgets/archive_embed_player.swf" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowNetworking" value="all" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="flashvars" value="auto_play=false&#038;start_volume=25&#038;title=Pivot Case Study: KISSmetrics&#038;channel=startuplessonslearned&#038;archive_id=262668427" /></object></p>
<div style="width:425px" id="__ss_3836197"><strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a href="http://www.slideshare.net/hnshah/kissmetrics-case-study-about-pivots" title="KISSmetrics Case Study About Pivots " onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.slideshare.net/hnshah/kissmetrics-case-study-about-pivots?referer=');">KISSmetrics Case Study About Pivots </a></strong><object id="__sse3836197" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=pivots-ian-100423232207-phpapp01&#038;stripped_title=kissmetrics-case-study-about-pivots" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed name="__sse3836197" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=pivots-ian-100423232207-phpapp01&#038;stripped_title=kissmetrics-case-study-about-pivots" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object></div>
<p></br><br />
</br></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Design vs. Métricas &#8211; notas do painel da SLLConf</title>
		<link>http://www.manualdastartup.com.br/blog/design-vs-metricas-notas-do-painel-da-sllconf/</link>
		<comments>http://www.manualdastartup.com.br/blog/design-vs-metricas-notas-do-painel-da-sllconf/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 May 2010 15:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentações]]></category>
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No final do primeiro bloco da Startup Lessons Learned Conference, tivemos a chance de acompanhar uma excelente discussão sobre o papel do Design em uma Startup e como ele se relaciona com uma postura de rigor e atenção com relação a Métricas.
Quem moderou o painel foi o Dave McClure, investidor e advisor de várias empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.manualdastartup.com.br%2Fblog%2Fdesign-vs-metricas-notas-do-painel-da-sllconf%2F" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/api.tweetmeme.com/share?url=http_3A_2F_2Fwww.manualdastartup.com.br_2Fblog_2Fdesign-vs-metricas-notas-do-painel-da-sllconf_2F&amp;referer=');"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.manualdastartup.com.br%2Fblog%2Fdesign-vs-metricas-notas-do-painel-da-sllconf%2F&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>No final do primeiro bloco da <a href="http://www.sllconf.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.sllconf.com/?referer=');">Startup Lessons Learned Conference</a>, tivemos a chance de acompanhar uma excelente discussão sobre <strong>o papel do Design em uma Startup</strong> e como ele se relaciona com uma postura de rigor e atenção com relação a Métricas.</p>
<p>Quem moderou o painel foi o <a href="http://500hats.typepad.com/500blogs/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/500hats.typepad.com/500blogs/?referer=');">Dave McClure</a>, investidor e advisor de várias empresas conhecidas (ex. Bit.ly, Mint, SimpleHired, Slideshare, etc.) e completaram o painel pessoas não menos gabaritadas: <a href="http://andrewchenblog.com/about/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/andrewchenblog.com/about/?referer=');">Andrew Chen</a>, <a href="http://usersknow.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/usersknow.blogspot.com/?referer=');">Laura Klein</a>, <a href="http://twitter.com/blader" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/blader?referer=');">Siqi Chen</a> e <a href="http://www.slideshare.net/rashmi" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.slideshare.net/rashmi?referer=');">Rashmi Sinha</a>.</p>
<p><span id="more-331"></span></p>
<p>Como o formato de painel é bastante difícil de se fazer um resumo em forma de narrativa, vou deixar abaixo algumas passagens interessantes de cada participante, bem como o vídeo e os links para os conteúdos relacionados.</p>
<p></br><br />
<em>Dave McClure</em></p>
<p>&#8220;Para Startups Web, Design geralmente é mais importante do que Engenharia&#8221;<br />
(artigo relacionado: <a href="http://www.businessweek.com/innovate/content/jan2010/id20100120_303529.htm" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.businessweek.com/innovate/content/jan2010/id20100120_303529.htm?referer=');">http://www.businessweek.com/innovate/content/jan2010/id20100120_303529.htm</a>)<br />
&#8220;Design não é sobre aparência. É sobre <em>storytelling</em>. O teste de um design é a resposta no cérebro de um usuário e as ações que ele toma&#8221;.<br />
&#8220;Em uma Startup, há duas coisas que o empreendedor precisa trabalhar para otimizar: satisfação/felicidade do usuário e valor de negócio.&#8221;<br />
&#8220;É melhor obter dos usuários uma reação extrema de amor ou ódio do que uma reação de indiferença. É mais fácil iterar sobre o ódio do que sobre a indiferença. No início, busque amplificar a magnitude dessa reação.&#8221;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-334" title="Amor ou odio sobre o produto" src="http://www.manualdastartup.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/Amor-ou-odio-sobre-o-produto-300x224.png" alt="Amor ou odio sobre o produto" width="342" height="255" /></p>
<p></br></p>
<p>&#8220;Uma boa parte do Design pode ser testada sem a necessidade de produção de código (palavras, imagens, call-to-actions, etc.)&#8221;<br />
&#8220;<strong>Lean Design</strong> significa buscar descobrir e testar a reação do seu produto nos usuários, e tentar descobrir mais e melhores formas de converter essa reação em felicidade do usuário ou valor de negócio.&#8221;<br />
</br><br />
Pergunta para os painelistas: &#8221; O que é Design?&#8221;<br />
</br><br />
<em>Andrew Chen</em><br />
&#8220;Design é aplicar ao produto um conceito sobre o que você precisa fazer dado o seu objetivo de negócio no momento, mantendo uma User Experience consistente ao longo do produto&#8221;.<br />
</br><br />
<em>Rashmi Sinha</em><br />
&#8220;Design é a maneira como você expressa sua visão de negócio. Por isso é difícil saber a diferença entre ótimo e  péssimo design (ex. eBay e Craigslist têm um design ruim?). Métricas são a maneira de mensurar se o Design está funcionando, ou seja, se você está caminhando em direção à sua visão de negócio&#8221;.<br />
&#8220;Design Visual muitas vezes pode ser bem simples ou até ruim&#8221;.<br />
&#8220;Otimização para uma métrica local às vezes pode causar danos à experiência geral do produto.&#8221;<br />
</br><br />
<em>Siqi Chen</em><br />
&#8220;Quotando Steve Jobs: &#8220;Design is not about how something looks,  but how something works.&#8221;"<br />
&#8220;Métricas são muito importantes, mas não é possível criar uma ótima experiência de usuário (prazer, entretenimento, etc.) apenas com dados. No final, User Experience também é uma arte.&#8221;<br />
&#8220;A hipótese inicial tem que ser criativa. Já a prova é analítica. Use métricas para comprovar suas hipóteses&#8221;.<br />
&#8220;Métricas são excelentes para testar coisas que são tanto <em>fáceis</em> quanto <em>rápidas</em> de se mensurar. Para se chegar a outras coisas, a abordagem deve ser necessariamente através de bom Design.&#8221;<br />
&#8220;Basicamente, não dá para fazer Split-Tests em qualquer coisa que dure mais de uma semana, a não ser que o seu produto não mude toda semana, o que já é uma má-ideia por si só.&#8221;<br />
</br><br />
(vídeo complementar)<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BaxZloMKAlU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/BaxZloMKAlU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
</br><br />
<em>Andrew Chen</em><br />
&#8220;Em uma Startup, você tem hipóteses em diferentes níveis do negócio. Mesmo que testes quantitativos sejam excelentes para várias situações, cuidado para não querer usá-los para tudo.&#8221;<br />
</br><br />
<em>Dave McClure</em><br />
&#8220;Analytics e métricas podem te levar a um ponto máximo local. A criatividade tem um papel importante em ajudar a descobrir outros pontos de máximo não-locais.&#8221;<br />
</br><br />
<em>Laura Klein</em><br />
&#8220;Há uma diferença entre Design de Interação e Design Visual. Design de interação tem a ver com fazer um produto que o usuário consiga entender e usar. Design Visual é para fazer um produto bonito. Ambos funcionam melhor juntos&#8221;.<br />
&#8220;Foque no Design de Interação antes. Deixe o produto bonito depois. Ande sempre na direção de fazer o produto ficar mais fácil de ser usado.&#8221;<br />
</br><br />
<em>Andrew Chen</em><br />
&#8220;Para muitas Startups Web, a otimização para o usuário vem antes da otimização para valor de negócio. Nesses casos, o <em>Minimum Viable Product</em> (MVP) toma a forma de <em>Minimum Desirable Product</em> (MDP).&#8221;<br />
(artigo relacionado: <a href="http://andrewchenblog.com/2009/12/07/minimum-desirable-product/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/andrewchenblog.com/2009/12/07/minimum-desirable-product/?referer=');">http://andrewchenblog.com/2009/12/07/minimum-desirable-product/</a>)</p>
<p><strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a href="http://www.slideshare.net/andrew_null/minimum-desirable-product" title="Minimum Desirable Product" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.slideshare.net/andrew_null/minimum-desirable-product?referer=');">Minimum Desirable Product</a></strong><object id="__sse3661792" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=minimumdesirableproductblog-100407185929-phpapp02&#038;stripped_title=minimum-desirable-product" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed name="__sse3661792" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=minimumdesirableproductblog-100407185929-phpapp02&#038;stripped_title=minimum-desirable-product" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p></br><br />
&#8220;No início, a questão principal para o empreendedor é: Quanto de valor eu consigo gerar para as pessoas?. Otimização vem depois disso.&#8221;<br />
&#8220;O que fazer primeiro: MVP, MDP ou MFP? Depende do tipo de negócio e dos objetivos do empreendedor.&#8221;<br />
</br><br />
<em>Laura Klein</em><br />
&#8220;Coisas artísticas podem ser &#8220;mensuradas&#8221; qualitativamente. Use e abuse de mockups para testar a reação dos usuários. Coloque-os na frente das pessoas e assista o seu uso. Veja o que eles gostam e não gostam, no que eles reagem e no que eles não reagem. Tente entender os porquês depois.&#8221;<br />
&#8220;Faça com o que o seu loop de feedback tenha tanto feedback qualitativo quanto quantitativo.&#8221;<br />
</br><br />
<em>Siqi Chen</em><br />
&#8220;Trabalhe de forma obcecada para melhorar a experiência dos primeiros 5 minutos dos novos usuários. É isso que define se eles voltam ou não ao produto.&#8221;<br />
</br><br />
<em>Dave McClure</em><br />
Falando sobre experiências de Design e Marketing com o Mint.com<br />
&#8220;Eles estavam &#8220;atrasados&#8221; no mercado. Tinham ainda três meses para ter uma versão aceitável do produto e os concorrentes já tinham lançado. O que fizemos:<br />
- Criamos um blog e começamos a criar conteúdo próprios ou de autores convidados sobre o assunto Gestão Financeira Pessoal.<br />
- Muitos testes com links patrocinados (SEM) e Landing Pages. Os dados coletados serviam para realimentar o braço de produção de conteúdo.<br />
Resultado:<br />
- Mesmo antes do lançamento do produto eles já estavam com um ranking muito melhor do que os concorrentes nos termos de busca mais importantes.<br />
- Mais de 10.000 usuários cadastrados para serem beta-testers antes do produto entrar em Beta. &#8221;<br />
</br><br />
</br><br />
Pergunta sobre testes com usuários de diferentes perfis:<br />
</br><br />
<em>Laura Klein</em><br />
&#8220;Separar os usuários em diferentes perfis para testes qualitativos e quantitativos tem uma importância muito grande nas definições do marketing: segmentação, mensagem, etc.<br />
Após um certo tempo, já é possível começar a &#8220;prever&#8221; quem vai gostar do produto e porque, e aí a geração de demanda se torna muito mais efetiva.&#8221;<br />
</br><br />
</br><br />
Pergunta sobre o papel dos Designers e sua integração com o time de desenvolvimento<br />
</br><br />
<em>Laura Klein</em><br />
Os designers têm que estar completamente integrados com a equipe de programação.<br />
</br><br />
<em>Dave McClure</em><br />
Designers devem saber sobre qual é o objetivo (no nível tático ou de negócio) e trabalhar para alcançá-lo junto com a equipe.<br />
</br><br />
<em>Andrew Chen</em><br />
De uma forma geral, a grande maioria dos desenvolvedores já &#8220;abraçaram&#8221; a ideia do Desenvolvimento Ágil, mas muitos designers &#8211; especialmente os provenientes de agências &#8211; ainda não. Eles tendem a guardar o trabalho e só mostrá-lo quando sentem que está muito bom. Isso é extremamente prejudicial em uma Startup.<br />
</br><br />
<em>Rashmi Sinha</em><br />
&#8220;Nós só contratamos pessoas que já fizeram Design para produtos Web e estão acostumadas com os ciclos curtos de desenvolvimento. Garanta que eles saibam da parte técnica o suficiente para conseguirem conversar e interagir bem diretamente com os engenheiros/programadores.&#8221;<br />
</br><br />
</br><br />
<em>Observações finais do Dave McClure</em><br />
&#8220;Quando você está começando sua Startup, o maior risco é de que os usuários não dêem a mínima para o seu produto. É por isso que é melhor buscar a otimização para uma reação de extremos &#8211; amor ou ódio.&#8221;<br />
&#8220;Coloque o produto no ar e comece a iterar o quanto antes. Não se preocupe com a ideia de que &#8220;a primeira impressão é a que fica&#8221;. Mesmo que a experiência dos primeiros usuários seja ruim, a impressão deles sobre o produto não é irreversível, e  ainda assim eles representam uma parcela minúscula do público total potencial do produto.<br />
</br></p>
<p>Segue abaixo o video do painel:<br />
</br><br />
<object type="application/x-shockwave-flash" height="300" width="400" id="clip_embed_player_flash" data="http://www.justin.tv/widgets/archive_embed_player.swf" bgcolor="#000000"><param name="movie" value="http://www.justin.tv/widgets/archive_embed_player.swf" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowNetworking" value="all" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="flashvars" value="auto_play=false&#038;start_volume=25&#038;title=Dave McClure moderates a panel on design&#038;channel=startuplessonslearned&#038;archive_id=262665259" /></object><br/></p>
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		<title>Como trazer os primeiros usuários para o produto e iniciar as iterações com o MVP</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 13:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Customer Development]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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			</a>
		</div>
<p>Se formos resumir o processo de <a href="http://www.manualdastartup.com.br/blog/customer-development-o-processo-para-se-chegar-ao-productmarket-fit/" target="_blank">Customer Development</a> em poucas palavras, podemos definir que ele se propõe a diminuir o risco inerente a qualquer Startup através de testes e buscas de provas reais no mercado das premissas do negócio envisionado pelo empreendedor. Como já relatei aqui no blog, o <a href="http://www.manualdastartup.com.br/blog/como-passar-o-primeiro-desafio-das-startups-encontrar-a-combinacao-problemasolucao-para-o-produto/" target="_blank">primeiro desafio da Startup</a> é encontrar a combinação Problema/Solução para o produto, e isso se dá através de um processo iterativo em torno do <a href="http://www.manualdastartup.com.br/blog/o-mvp-a-ferramenta-de-experimentacao-e-aprendizado-da-startup/" target="_blank">Minimum Viable Product (MVP)</a>.</p>
<p>No entanto, para conduzir os diferentes experimentos não basta apenas construir o MVP. <strong>As pessoas não encontram magicamente o produto.</strong> É necessário um esforço para trazer os primeiros clientes/usuários e criar massa crítica para poder aprender e evoluir na direção certa. Nesse post descreverei alguma técnicas para como atraí-los e inseri-los no <em>loop</em> de aprendizado.<br />
<span id="more-155"></span></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 398px"><img title="Loop Fundamental da Lean Startup" src="http://www.manualdastartup.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/Lean-Startup-loop-fundamental.jpg" alt="Loop Fundamental da Lean Startup" width="388" height="334" /><p class="wp-caption-text">Loop Fundamental da Lean Startup</p></div>
<p>Vale lembrar que há duas abordagens complementares para que esse aprendizado ocorra: as análises qualitativas, derivadas especialmente de entrevistas com usuários e potenciais clientes, e as análises quantitativas, derivadas de estatísticas extraídas sobre a reação do público à apresentação do produto e ao uso do mesmo. Portanto, antes de trazer os primeiros usuários para o MVP, é necessário <strong>implementar um sistema mínimo de métricas para que se possa levantar </strong><strong>dados de uso e</strong><strong> informações de contato dos <em>early adopters</em>. </strong></p>
<p>Por exemplo, supondo que o MVP do seu produto seja composto de uma <em>landing page</em> explicativa com uma chamada para teste do produto, uma página de cadastro, e por fim, o ambiente do produto em si. Assim é importante saber, para uma determinada fonte de tráfego:</p>
<p>1) qual é o número de pessoas que chegaram à <em>landing page</em>;<br />
2) qual é o percentual dessas pessoas que se interessou e foi para a página de cadastro;<br />
3) qual é o percentual dessas pessoas que efetivamente completou o cadastro;<br />
4) qual é o percentual dessas pessoas que experimentou o produto;<br />
5) qual é o percentual dessas pessoas que retornou ao produto.</p>
<p>O sistema mínimo de métricas deve prover respostas as essas questões estatísticas, assim é possível iterar (adicionando <em>features</em>, modificando a <em>landing page</em>, etc.) e avaliar os resultados objetivamente, comparando-os com o &#8220;lote&#8221; anterior. Essa técnica de análise por lotes (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cohort_study" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/en.wikipedia.org/wiki/Cohort_study?referer=');"><em>Cohort Analysis</em></a>) será essencial na fase pós-<em>Problem/Solution Fit</em> e é algo que tratarei em mais detalhes futuramente aqui no blog.</p>
<p>Nesta fase pré-<em>Problem/Solution Fit</em>, as análises qualitativas são ainda mais importante do que as quantitativas. Por exemplo, os números podem te dizer que apenas 5% das pessoas que chegam a <em>landing page</em> passam para a página de cadastro, mas há pouco ou nenhum <em>insight</em> sobre o porquê do abandono prematuro desses 95%, ou mesmo do que chamou a atenção dos 5% que passaram para o cadastro (muitas vezes o benefício percebido não tem nada a ver a mensagem que foi cuidadosamente preparada&#8230;).   Portanto, a melhor maneira de aprender de fato nesta fase inicial é através de entrevistas e pesquisas com potenciais e atuais usuários do produto. Por isso é importante levantar as informações de contato dos usuários e eventualmente pedir autorização para um contato futuro.</p>
<p>Geralmente isso é feito através de um simples formulário de sign-up, que deve conter uma quantidade e tipos de campos que não &#8220;assuste&#8221; o usuário, mas que ao mesmo tempo forneça um conjunto de informações úteis para que se possa saber a sua procedência (os <a href="http://www.hubspot.com/free-trial/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.hubspot.com/free-trial/?referer=');">formulários da Hubspot</a> são um bom exemplo desse balanço). Já para o caso de produtos em estado Beta fechado, é comum os usuários serem convidados para responder uma pequena <em>survey</em> antes de serem selecionados<em> (</em>confira os exemplos da <a href="http://www.performable.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.performable.com/?referer=');">Performable</a> e <a href="http://kissmetrics.com/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/kissmetrics.com/?referer=');">KissMetrics</a>)<em>. </em></p>
<p>Feito o setup do sistema de métricas e dos formulários para obter informações de contato, <strong>é hora de trazer pessoas para o MVP</strong>. Há diversas técnicas para isso (não pretendo esgotar o assunto aqui), e enquanto algumas delas favorecem as análises quantitativas, outras favorecem o contato com pessoas-chave que podem trazer <em>insights</em> qualitativos decisivos.</p>
<p>A forma mais rápida e prática para se trazer um fluxo contínuo de pessoas é através de anúncios em ferramentas de busca (SEM), principalmente no Google Adwords. O Eric Ries escreveu há algum tempo um post interessante sobre <a href="http://www.startuplessonslearned.com/2008/09/sem-on-five-dollars-day.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.startuplessonslearned.com/2008/09/sem-on-five-dollars-day.html?referer=');">como fazer SEM com US$5,00/dia</a>.  A ideia básica do post era que, se você configurar sua campanha para limitar os seus gastos no Adwords a US$ 5,00/dia, e se  conseguir pagar um CPC de até US$ 0,05 por palavras-chave relevantes para o seu negócio, é possível trazer 100 novas pessoas por dia para o seu MVP, <strong>o que garante um novo lote diário de potenciais usuários para experimentação e <em>feedback</em> para iteração com o produto</strong>. O interessante é que, se bem escolhidos os termos de busca, essas pessoas já tendem a ter um interesse maior ao que você vai oferecê-las, aumentando assim o indíce de conversão dessas 100 pessoas/dia em usuários de fato (de nada adianta trazer tráfego que não tem nada a ver com o público que você está procurando).</p>
<p>No entanto, não são todos todos os tipos de negócio que conseguem implementar essa mecânica devido às seguintes limitações:<br />
* O Adwords pode não ser de fato um bom canal para trazer clientes para o tipo de produto;<br />
* O posicionamento e a melhor mensagem do produto não são conhecidos. É difícil criar bons textos de anúncios e <em>landing pages</em> sem um bom conhecimento da <a href="http://www.manualdastartup.com.br/blog/como-passar-o-primeiro-desafio-das-startups-encontrar-a-combinacao-problemasolucao-para-o-produto/" target="_blank">combinação Problema/Solução</a>;<br />
* O CPC para determinadas buscas já tem um preço bastante elevado, o que impossibilita a criação desse fluxo de 100 pessoas a apenas US$5,00/dia. Esse é um grande problema que por vezes inviabiliza o uso da técnica, especialmente para os empreendedores ainda sem capital semente ou VC;<br />
* Pode haver casos onde o CPC não é alto (não há muita competição), porém o volume de buscas também não é alto, o que impossibilita &#8220;gastar&#8221; os US$ 5,00 ao dia;<br />
* Somente com os usuários provenientes das buscas, o <em>bounce rate</em> é alto e há pouco conhecimento sobre o porquê dos usuários &#8220;abandonarem&#8221; o funil já na primeira etapa.</p>
<p>Ainda com essas limitações, vale a pena explorar bem o Adwords em cima desse conceito de criar um fluxo contínuo de pessoas para o MVP. Mesmo se não chegar nesses números de 100 pessoas a US$5,00/dia, faça o que for possível para otimizar as campanhas com técnicas básicas de Links Patrocinados, mas sem &#8220;emburacar&#8221; na ferramenta nesse momento, já que o objetivo ainda não é promover o produto (para quem não está familiarizado com o Adwords, vale conferir o <a href="http://www.google.com/intl/pt-BR/adwords/learningcenter/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.google.com/intl/pt-BR/adwords/learningcenter/?referer=');">Centro de Aprendizagem</a> do próprio Google). Se o produto for voltado para o mercado internacional, também vale a pena testar anúncios em outras redes, como Bing, Facebook ou StumbleUpon.</p>
<p>Listo abaixo outras opções para atrair pessoas para o MVP. Essas técnicas podem não vão trazer o mesmo volume da mecânica acima, mas usam ferramentas gratuitas e que tendem a ser muito valiosas para análises qualitativas:</p>
<p>-&gt; Produção de material educativo: Esse é o componente central do &#8220;Marketing de Atração&#8221; (<em><a href="http://blog.hubspot.com/blog/tabid/6307/bid/4416/Inbound-Marketing-the-Next-Phase-of-Marketing-on-the-Web.aspx" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/blog.hubspot.com/blog/tabid/6307/bid/4416/Inbound-Marketing-the-Next-Phase-of-Marketing-on-the-Web.aspx?referer=');">Inbound Marketing</a></em>) e é fundamental para dar mais credibilidade e resultados às outras técnicas abaixo. Resume-se a <strong>produzir conteúdo relevante para o seu público</strong> e promovê-los através de blog, Twitter e outras ferramentas de <em>social media</em>. Essas ferramentas (blog, twitter, etc.) são excelentes a médio/longo prazo, mas têm dificuldade para trazer resultado imediato. Por isso, fazer um eBook ou seminário (Webinar) é uma boa alternativa, pois eles tendem a se espalhar mais rápido e trazer mais <em>prospects</em> a curto-prazo;</p>
<p>-&gt; Contatos 1 a 1: Levantamento de potenciais clientes em listas, grupos de discussão, comunidades, entidades de classe, etc. Similar ao trabalho que faz um vendedor, porém a aproximação que deve ser feita é completamente diferente, já que o objetivo é uma entrevista, e não uma abordagem de venda. Nestes casos o material educativo descrito acima pode ser uma boa ferramenta de introdução para dar credibilidade na abordagem;</p>
<p>-&gt; Busca de posts e comentários em blogs: Similar ao procedimento anterior, mas tem um valor extra para identificar os <em>thought leaders</em> do segmento, pessoas que além de serem fontes valiosas de opiniões sobre o produto e o problema do mercado, também podem indicar o seu material educativo para outros potenciais clientes, aumentando significativamente a distribuição;</p>
<p>-&gt; Monitoramento no Twitter: Através da<a href="http://search.twitter.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/search.twitter.com/?referer=');"> busca no Twitter</a>, é possível monitorar  a aparição de qualquer comentário que seja relacionado ao seu produto, concorrentes e principalmente ao problema que o produto está disposto a resolver. Vale interagir (bem cuidadosamente) com esses usuários através de <em>replies</em> ou mesmo seguindo-os no Twitter, já que eles recebem um email quando isso acontece (e isso tende a gerar pelo menos &#8220;uma conferida&#8221; no seu perfil). Como o nível de Spammers já está bastante alto, promover o material educativo ao invés do seu MVP vai aumentar bastante a eficiência dessa abordagem.</p>
<p>É possível perceber que essas e eventuais outras técnicas são muito similares às técnicas recomendadas para o Marketing de qualquer produto na Web, porém devem ser ajustadas para ter um caráter investigativo e não de promoção do produto. De todas as táticas para chamar a atenção, a única que <strong>não é uma boa ideia para se utilizar nesse momento é a assessoria de impresa (PR)</strong>. Falarei mais sobre essa questão em um post futuro, mas a intenção é adiar ao máximo o lançamento formal do produto do ponto de vista do Marketing, já que esse é um &#8220;evento sem-volta&#8221; em termos de posicionamento e capitalização da exposição.</p>
<p>Alguma ideia a mais para trazer pessoas para o MVP? Adicione nos comentários! <img src='http://www.manualdastartup.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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